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YouTube está testando nova forma de criadores de conteúdo receberem doações de fãs

Além do SuperChat, que é o formato de doações durante as Lives no YouTube, a plataforma está testando agora uma nova função, chamada de Applause (Aplausos), que será aplicável a qualquer vídeo postado na plataforma, permitindo que usuários façam doações a qualquer momento para os canais de sua preferência (e fornecendo uma oportunidade adicional de geração de receita aos criadores do YouTube).

Conforme relatado pelo The Verge, o Applause está em uma versão beta muito limitada no momento, disponível apenas para desktop e para usuários selecionados na Austrália, Brasil, Índia, Japão, Coréia, México, Nova Zelândia e EUA.

“Você pode comprar aplausos do espectador nos vídeos dos criadores participantes e mostrar seu apoio aos canais do YouTube. Ao comprar os ViewerApplause, você está comprando uma animação única de “palmas” que só será mostrada na parte superior do vídeo.”

Um vídeo da VidIQ detalha como a nova função funciona:


Os YouTubers com acesso ao recurso podem acessar o painel e ativar a opção. Os fãs verão a opção de apoiar um criador clicando no ícone que aparecerá entre os botões de “não gostei” e “compartilhar”. No pop-up que irá surgir, você encontrará quanto os aplausos custam em seu país ou região (na captura de tela compartilhada nota-se que o valor em dólares é de US$2,00). A página de suporte do produto no YouTube também observa que essa não é uma função única e que os fãs podem gastar até “US$ 500 por dia, ou US$ 2.000 por semana, em SuperChats, SuperStickers, e ViewerApplause combinados”.

Atualmente o YouTube recebe 30% das doações feitas por meio do SuperChat, e de acordo com o The Verge, a mesma divisão de receita ocorrerá com os criadores que permitirem o Applause. O CEO do Google, Sundar Pichai, observou recentemente que práticas e ferramentas alternativas de monetização eram algo em que a empresa investia e estava interessada em buscar mais, conforme o YouTube cresce.

O Gerente de Conteúdo e Mídias Sociais do Social Media Today, Andrew Hutchinson, acredita que se o YouTube passar para a próxima etapa de implantação, pode-se esperar que haja limites sobre quem pode acessá-lo. O SuperChat, por exemplo, está disponível apenas para criadores que fazem parte do Programa de Parceria do YouTube e têm mais de 1.000 inscritos.

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