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Conheça as melhores técnicas de brainstorming para agências

Uma “tempestade de ideias” é sempre bem-vinda, mas como organizar esse processo? Conheça as melhores técnicas de brainstorming!

Ter ideias criativas é tanto uma necessidade quanto um desafio, mas as técnicas de brainstorming estão aí para facilitar esse processo.

Quem atua em ramos que dependem da criatividade sabe que os famosos “bloqueios” podem ser um problema na rotina de trabalho, já que interrompem o fluxo de criação e deixam esse processo estagnado.

Nessas horas, o jeito é tomar uma atitude e colocar a mão na massa, exercitando um pouco mais a capacidade de pensar fora da caixa e encontrar soluções de forma coletiva.

Para conhecer algumas técnicas de brainstorming que fazem toda a diferença em uma agência, continue a leitura!

Como as técnicas de brainstorming podem ser aplicadas?

Em primeiro lugar, é importante entender melhor o que é o brainstorming e como diferentes técnicas podem ser aplicadas no dia a dia da agência.

Essa “tempestade de ideias” é um procedimento bem comum em vários ramos, utilizado para que as pessoas possam se reunir e lançar ideias para lidar com um problema, sem se preocupar com o julgamento de colegas ou com uma elaboração completa das suas sugestões.

Ou seja, o foco do processo é simplesmente colocar as ideias para fora, de forma livre e espontânea. Vem ver alguns exemplos de aplicação dessa prática na rotina de uma agência:

Campanhas de publicidade

Digamos que sua agência está idealizando uma campanha, mas ainda não sabe exatamente quais rumos seguir para concretizá-la.

Juntar a equipe e aplicar as técnicas de brainstorming pode ser uma boa saída para fazer um planejamento completo e estratégico.

Assim, o grupo pode pensar coletivamente a respeito de questões básicas como o objetivo da campanha, seu público-alvo, os meios em que ela será veiculada, entre outros pontos importantes.

Esse pode ser um processo bem interessante, principalmente para o planejamento de marketing de novos clientes.

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é um dos pilares de muitas agências e quem trabalha com esse ramo sabe que a criatividade tem um papel central para que ele tenha sucesso.

Nesse caso, o brainstorming pode ser uma boa solução para pensar em elementos como temas a serem abordados no conteúdo de cada cliente, palavras-chave mais adequadas a cada contexto, diferentes formatos a serem produzidos e outros aspectos que entram nesse processo de criação.

A grande vantagem de utilizar essas técnicas em contextos como esse é a possibilidade de encontrar caminhos variados para seguir ao longo da produção de conteúdo, que uma pessoa só poderia deixar passar despercebidos.

Aprimoramento de serviços e produtos

Diferentes técnicas também podem apresentar bons caminhos a serem seguidos para solucionar problemas.

Quando um serviço ou produto sofre resistência por parte do público a quem se direciona, pode ser hora de repensar a sua oferta, já que seu desempenho não é o esperado.

Isso envolve tanto a procura por elementos que possam melhorá-lo quanto a reflexão sobre mantê-lo ou não.

Aprimorar algum serviço ou processo da agência

De tempos em tempos, os processos da agência também precisam passar por alguns aprimoramentos, para garantir que a produtividade se mantenha e que os seus resultados sigam sempre melhorando.

Assim, a partir de uma análise dos resultados que já estão sendo obtidos, é possível analisar o quadro de forma coletiva e encontrar possíveis gargalos no fluxo de trabalho, para então lançar ideias de como resolver esse tipo de situação.

Tipos de brainstorming

Agora você já conhece algumas das aplicações das técnicas de brainstorming, mas, antes de conhecer elas propriamente, é importante entender que essa prática pode acontecer em vários cenários, conforme as necessidades da agência.

Em alguns contextos, pode ser mais interessante utilizar métodos coletivos, mas também há casos em que é preciso optar por uma técnica individual, por exemplo.

Conhecer cada tipo de prática é essencial para aplicar diferentes técnicas no dia a dia da agência, sempre de acordo com aquilo que faz mais sentido para cada equipe. Confira as principais modalidades de brainstorming:

Individual

Falamos muito sobre como o brainstorming pode gerar um momento coletivo de muita produtividade, mas é preciso lembrar que nem sempre isso é possível.

Quando um problema surge de repente e a equipe não consegue se organizar para comparecer a uma reunião de última hora, por exemplo, pode ser preciso que uma das pessoas precise se responsabilizar pela sua solução.

Nesses casos, o método individual pode ser uma necessidade e, ainda que não conte com a participação de todos, pode gerar ótimos resultados.

Para chegar a uma boa conclusão, você pode optar por qualquer uma das técnicas de brainstorming que apresentaremos a seguir. O mais importante é dedicar tempo e atenção a esse momento, além de ser interessante procurar inspiração na experiência de outros profissionais.

Em grupo

O brainstorming em grupo é a modalidade mais comum dessa prática, já que a coletividade pode ajudar a encontrar caminhos mais variados para enfrentar um problema. Afinal, não é à toa que dizemos que “duas cabeças pensam melhor que uma”.

Um cuidado importante nesses momentos em que o grupo está lançando ideias é deixar os julgamentos de lado.

Esse deve ser um espaço seguro, no qual as pessoas se sintam livres para dar as sugestões que vem à mente, sem sequer analisar a sua viabilidade, já que essa é uma etapa que vem depois.

Assim, pode ser importante conversar com toda a equipe anteriormente e lembrar a todos que esse não deve ser um momento para julgar as ideias de outros colegas.

Estruturado

Essas reuniões para lançar ideias e colocar a criatividade em prática podem ser momentos bem caóticos, principalmente quando toda a equipe está engajada na solução do problema ou quando existem muitas discordâncias.

Isso não é, necessariamente, algo ruim, mas pode se tornar um problema quando as discussões ficam muito acaloradas ou até mesmo quando a equipe se perde conversando sobre detalhes que fogem do tema central.

Nesses casos, o brainstorming estruturado é uma forma de garantir produtividade e bons resultados, a partir de um controle maior sobre esse processo, delimitando um tempo específico para cada etapa da técnica aplicada, por exemplo.

Não estruturado

Em outros contextos, quanto mais liberdade, mais criatividade por parte dos envolvidos no brainstorming.

Por isso, o método não estruturado continua sendo bastante utilizado por muitas agências, já que dá liberdade a todos na equipe para que guiem esse processo coletivamente, trocando ideias e elaborando ações cada vez mais eficazes.

Nesse caso, basta estabelecer algumas questões centrais como ponto de partida, escolher uma das técnicas de brainstorming e partir para a “tempestade de ideias”.

7 principais técnicas de brainstorming 

Por ser bastante utilizado em muitas empresas e agências, o brainstorming ganhou diversas técnicas de aplicação, que continuam focando no processo de lançar ideias espontaneamente para resolver um problema, mas usam métodos bem variados para fazer isso.

Considerando que temos uma grande diversidade de metodologias, cada agência pode optar por aquele que faz mais sentido para a sua realidade, além de ser bem interessante fazer alguns testes com diferentes técnicas de brainstorming para avaliar qual delas gera os melhores resultados.

A seguir, você pode conhecer as principais delas e saber um pouco mais sobre como funcionam:

Técnica de brainwriting

Desenvolvida pelo professor alemão Bernd Rohrbach, a técnica brainwriting foca em produzir um grande volume de ideias em pouco tempo.

Para aplicá-la, a equipe deve se reunir e cronometrar algumas “rodadas” de ideias, que serão registradas por escrito em um papel.

Cada turno tem cinco minutos e todos os participantes devem escrever três sugestões por rodada no seu papel. Assim, após 30 minutos, que consistem em seis rodadas, uma equipe de seis pessoas terá gerado 108 ideias.

Depois disso, é só analisar as sugestões coletivamente e avaliar quais delas são mais adequadas para cumprir o objetivo estabelecido inicialmente para o brainstorming.

Post-it

Os post-its são um sucesso em muitos escritórios, agendas e até nos espaços de home office, por ajudarem a fazer registros de uma forma divertida e chamativa.

No brainstorming, eles ajudam a estimular a criatividade dos participantes da reunião, além de incentivar a sua participação no processo.

De modo geral, basta entregar um bloquinho e uma caneta para cada pessoa, escolher um mural para que colem os seus post-its e então orientá-las a escrever ideias nos papéis, que serão fixados no mural coletivamente.

Esse é um método interessante para que todas as sugestões sejam vistas de forma igualitária, já que estarão todas reunidas no mesmo local, além de ser uma possibilidade interessante para equipes em que as pessoas são mais tímidas e ainda têm receio em verbalizar suas ideias.

Técnica de brainstorming “oposto”

Se o brainstorming tem como principal finalidade encontrar soluções para um problema, o que seria um brainstorming oposto?

A ideia é que, em vez de lançar sugestões de como resolver uma situação, as pessoas indiquem como o problema pode se tornar ainda pior. Parece estranho, mas é só confiar no processo.

Por exemplo, se sua agência quer encontrar meios para implementar uma estratégia de marketing de relacionamento, o brainstorming oposto não parte da pergunta “como se aproximar dos clientes e fidelizá-los?”, mas “como afastar os clientes da agência?”.

É aqui que o processo começa a ganhar sentido, pois as respostas para essa questão dão dicas do que não deve ser feito, o que pode ser um excelente ponto de partida para a solução de problemas mais complexos.

Mapa mental

As técnicas de brainstorming também podem ajudar a simplificar a compreensão que temos de uma situação enfrentada pela agência.

Em meio à rotina de trabalho, muitas situações podem ser difíceis de analisar objetivamente, porque nos perdemos facilmente em detalhes e questões paralelas aos pontos centrais da discussão.

Nesses casos, o método do mapa mental é uma saída interessante, que pode ajudar a representar qualquer situação de forma mais sucinta e objetiva.

Para isso, é preciso encontrar algumas palavras que resumam o quadro e, a partir delas, lançar outros conceitos, métodos, estratégias e ideias em geral que se relacionem com o assunto.

Método do gatilho

É importante lembrar que as técnicas de brainstorming devem sempre ser aplicadas de acordo com as necessidades de cada agência.

Por exemplo, se nas primeiras tentativas, o processo não foi muito produtivo ou deixou a desejar nos resultados obtidos, pode ser interessante adotar o método do gatilho, que se estrutura de forma muito simples, mas super eficaz.

Primeiramente, é preciso fazer uma rodada inicial de ideias, como ocorre naturalmente nos momentos de brainstorming, e registrar todas as sugestões que aparecerem.

Em seguida, essas ideias não serão analisadas diretamente em busca da melhor solução, mas serão lidas para todos, de forma que funcionem como um gatilho para o surgimento de uma nova rodada de sugestões.

Isso pode ser repetido mais de uma vez, até que todos percebam que chegaram a um bom resultado com o processo.

Teleporte

As técnicas de brainstorming também podem usar metodologias bem criativas para estimular a imaginação da equipe e gerar soluções inovadoras.

No caso da técnica de teleporte, o ponto central é identificar qual é o problema a ser resolvido e então deslocá-lo para outro lugar, imaginando que se trata de uma situação vivida em outra agência, em outro estado ou até mesmo em outro mundo.

Esse é um caminho que algumas agências encontram para ampliar a capacidade criativa dos colaboradores e abrir espaço para o surgimento de ideias mais inventivas, que podem ser bastante necessárias para resolver situações de grande complexidade.

Análise SWOT

Por fim, temos também a possibilidade de optar pela análise SWOT, um método bastante conhecido e utilizado por profissionais que atuam na gestão de empresas.

Ele é constituído por quatro pilares, que formam a sigla: strengths, weaknesses, opportunities e threats, ou seja, forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

A partir da identificação desses pontos, seja em uma análise dos processos internos da agência ou do seu desempenho no segmento, de modo geral, é possível compreender melhor os problemas a serem solucionados, com uma visão mais totalizante da questão.

Esse pode ser um ótimo ponto de partida para lançar ideias que deem conta de toda a complexidade que envolve a atuação da agência, algo bastante importante para desenvolver estratégias verdadeiramente eficientes.

Ainda que existam tantas técnicas de brainstorming disponíveis, o mais importante é que a agência se mantenha sempre atenta aos resultados obtidos pelo método escolhido e, quando necessário, faça alterações para torná-lo cada vez mais produtivo.

Curtiu esse conteúdo? Para saber mais sobre como melhorar as suas estratégias, continue por aqui e conheça 8 ferramentas para espionar concorrentes!

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