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A teoria do ovo inteiro

O ano era 1972. O local era um escritório na Madison Avenue, em Nova York. O executivo Ed Nay da Young & Rubicam (uma das maiores agências de publicidade da história) propôs ao mercado uma estratégia audaciosa para a época: A teoria do “Whole Egg”, ou “Ovo Inteiro” em português. 👀

Ed estava um pouco à frente do seu tempo. Ele não queria administrar apenas um pedaço da comunicação – fazer um comercial para a TV ou distribuir outdoors nas ruas – e sim oferecer o “ovo inteiro”, uma solução que cruzasse disciplinas, englobando processos comerciais, relações públicas e mídia.

Ele queria criar uma revolução da comunicação. E até que conseguiu fazer um certo agito. 💃

Depois de introduzir o conceito do ‘ovo inteiro’ no mercado, o negócio foi adaptado para algo mais comercial: a multicanalidade.

A multicanalidade foi uma espécie de embrião na tentativa de oferecer ao consumidor o acesso à empresa por diversos (multi) canais. Porém, nesse primeiro estágio os canais não estavam conectados. Poucas produtoras produziam comerciais para a televisão, por exemplo, e essas empresas não dialogavam com a equipe que produzia a comunicação interna das lojas. Logo, a bagunça estava feita.

Hoje, 50 anos depois, evoluímos mais uma vez esse conceito para o “Omnichannel” 🚀, que preza justamente pela integração da comunicação. Desde o layout de um aplicativo, passando pelo spot da rádio e peças do Instagram, até chegar na boca do caixa, na forma como o atendente conversa com você.

⚡ Integrar todo e qualquer canal de contato com o cliente e fazer com que todos falem uma mesma língua, é um dos maiores feitos da comunicação no último século e provavelmente uma das tendências que mais devemos observar nos próximos anos.

Uma ideia debatida em 1972 está mais atual do que nunca.

A nossa profissão é ou não é incrível? <3

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